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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Acredite, pense, e me deixe...


Sou e não sou.
Na verdade, eu não sei,
E nem quero saber.

Minto constantemente à mim mesmo,
Minto para todos.
Não tenho vergonha de dizer.
Não sou só eu que acredito nesses papos tolos.

Acredite,
Pense,
E me deixe.

Desde então, sou porque tu és
E desde então és
sou e somos...
Mas por amor,
Não serei... Não serás... Não seremos...


Alguns entenderam, outros tenho certeza que não... Pensem, aceito opiniões aqui em baixo galera. Esse poema foi 80% feito por mim, a não ser o último trecho, que é de um poema do Pablo Neruda. Mesmo assim, mudei o sentido da última frase por ela estar em um poema de sentido contrário à idéia dele.


2 Comentários:

contosdequalquercanto disse...

Seguindo...
Leia www.contosdequalquercanto.blogspot.com.

Ricardo Dias ( DONO ) disse...

OK, claro que leio ! XD

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